O REI ABELARDO E A FADA GLICÍNIA (Capítulo VI)

Quando Abelardo chegou ao lugar que Glicínia havia indicado, um homem forte e bem-humorado disse-lhe sem rodeios:

– Meu jovem, se está em busca de trabalho, veio ao lugar certo. Olhe só para essas árvores… Temos que derrubá-las e entregá-las num prazo recorde. Receio que toda a ajuda que pudermos conseguir ainda será pouca.

Abelardo trabalhou arduamente. Essa foi a primeira vez que ele sentiu o sol arder em sua cabeça, em seus ombros, em suas costas. O suor banhou-lhe o rosto, encharcou sua camisa… Suas mãos sentiram a aspereza do cabo do machado… Seus ombros sentiram o peso dos troncos das árvores. O seu corpo cansado sentiu a bênção do sono reparador.

Ainda assim, um constante sorriso iluminava-lhe o rosto, e um brilho misterioso alegrava-lhe o olhar.

Um mês se passou, e o coração de Abelardo começou a dizer-lhe que o momento de partir havia chegado.

FIM DO 6º CAPÍTULO DA HISTÓRIA “O REI ABELARDO E A FADA GLICÍNIA”.
Sisi Marques
30/11/2013

NO PRÓXIMO SEGMENTO, NÃO PERCA A CONTINUAÇÃO DA HISTÓRIA “O REI ABELARDO E A FADA GLICÍNIA”.
Grata,
Sisi Marques

Que os seus sonhos se realizem!

About Sisi Marques

Adoro escrever e amo este blog. As histórias só florescem quando um coração generoso se abre para recebê-las. Quando não há alguém para ouvi-las, elas não desabrocham e morrem na terra do esquecimento. A sua audiência há de transformar este blog num imenso e perfumado jardim. Obrigada.
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